MAIO '19

02 > 12

ENTRADA LIVRE

BEM
VINDO

ESTAMOS DE PARABÉNS!

Este ano celebramos a 20.ª edição e queremos festejar convosco!

Celebrar o FATAL é viver o Teatro Universitário. É reviver a inocência e a inquietação da juventude, a liberdade de estar, de agir e, sobretudo, de pensar.

Em 20 anos de atividade, houve espaço para espetáculos, troca de experiências, intercâmbio, convívio, criatividade, aprendizagem, muito empenho e dedicado trabalho.

De 2 a 12 de maio, o FATAL apresenta cerca de 20 espetáculos, distribuídos por duas categorias: Em Competição e Mais Fatal. Prometemos uma programação com uma diversidade de espetáculos.

Este ano o FATAL volta incluir na sua programação Outras Cenas, performances e exposições, que decorrerão em vários espaços da Universidade de Lisboa. Garantimos: em abril não encontram Outras Cenas mais interessantes para ver.

Nesta edição, o Festival renova parcerias e vai a cena em diferentes equipamentos culturais da cidade de Lisboa, nomeadamente no Auditório Carlos Paredes, Auditório da Biblioteca de Marvila, Auditório Orlando Ribeiro e no Auditório da Cantina Velha da ULisboa.

Aos 20 anos o FATAL celebra a vida, a jovialidade, a pureza, a irreverência e a liberdade. Assim se caracteriza o Teatro Universitário. Assim se caracteriza o FATAL.

VIva o Teatro Universitário, viva o FATAL e venham mais 20!

 

 

OUTRAS
CENAS

Na sua 20.ª edição, o FATAL - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa traz Outras Cenas a vários espaços da Universidade de Lisboa. Garantimos: em abril não encontram Outras Cenas mais interessantes para ver.

SÁB
06
ABR
Ignição Gerador
17:00

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

IGNIÇÃO FATAL

Gerador | 2h

O Gerador junta-se ao FATAL - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa para apresentar duas performances artísticas inéditas e surpresa, que não serão reveladas até ao último segundo. Sim, é verdade, só se fores é que descobres o que se vai passar ;-)
O Museu Nacional de História Natural e da Ciência, um espaço da Universidade de Lisboa, abre as suas portas para este final de tarde único e improvável. A entrada é gratuita, mas limitada a 100 pessoas. A partir das 17h serão distribuídas as senhas que garantem a entrada do público.

QUA
10
ABR
19:00

Reitoria da ULisboa

A VOZ HUMANA AO PIANO

TUT - Teatro Universitário de Lisboa | 50m

Jean Cocteau inspirou-se na vida amorosa da sua amiga Edith Piaff para escrever "A Voz Humana". Desde a sua estreia em 1930 esta peça tem vindo a ser interpretada por actrizes de todo o mundo, como Ingrid Bergman, Liv Ullmann, Simone Signoret, Anna Magnani, e entre nós por Maria Barroso, Eunice Muñoz, Io Appolloni, entre outras.
Agora, 60 anos depois da estreia a 6 de Fevereiro de 1959 da versão lírica de Francis Poulenc, e celebrando o 120º aniversário do seu nascimento, bem como do 130º aniversário do nascimento de Jean Cocteau, estreamos "A Voz Humana ao Piano".
Um grupo de actrizes melancolicamente ardentes e uma compositora e pianista serenamente mágica transmigram-nos para um outro lugar, onde os tempos, as vozes e as almas se encontram ao som da música, na qual ecoam cintilantes esferas.
Sobre esta peça apenas quero dizer: Ama! Se nunca amaste ninguém, ama. Mesmo que o teu amor não seja correspondido, ou pelo menos não da forma como gostarias que o fosse. Não tenhas medo! Ama incondicionalmente, até te esqueceres de ti, e viveres somente em função de outra pessoa. Se o fizeres irás encontrar o que ignoras. Que tens uma vida interior que só podes alimentar quando te sentes num estado de estranheza e abandono. Quanto mais fundo subires, quanto mais alto desceres, quanto mais escura for a luz da passagem, melhor aprenderás a renascer. Sê o princípio e sê o fim. E esse tempo aparentemente perdido será a matéria e obra da tua criação.

SÁB
13
ABR
Da terra, vida nasce verde
16:00

Jardim Botânico de Lisboa

DA TERRA, VIDA VERDE NASCE

Vera Freire, Raquel Barata | 1h

O que seríamos nós sem a Natureza? O que seria a nossa vida sem as plantas, as suas folhas, flores e os frutos? As plantas estão sempre presentes no nosso dia-a-dia, mas será que as vemos e escutamos? Nascemos e crescemos num Planeta carregado de energia e matéria, onde tudo se interliga. Nesta viagem pelo Jardim Botânico de Lisboa, marcamos encontro com a Vida, descobrindo as plantas que nos rodeiam. Vamos ver, ouvir, tocar, cheirar e, por fim, partilhar o que experimentamos ao longo desta aventura.

Faixa etária: 6-10 anos

QUA
27
ABR
Fluxo
15:00

Cisterna da Faculdade de Belas-Artes

FLUXO

Colectivo 249 | 4h

Uma performance interdisciplinar e duracional, que parte da história física da Cisterna do antigo Convento de São Francisco, atual Faculdade de Belas-Artes da ULisboa. Este espaço, outrora ocupado pela água, tem uma dinâmica singular que contagia os corpos, a luz, o som e a matéria que os performers vão ocupar, deixando-se influenciar pela ideia de Fluxo (temporal, corporal, luminoso, sonoro, material e de consciência) enquanto conceito.

30
ABR

31
MAI
ARTEC
19:00

Espaço Expositivo do Caleidoscópio

ARTEC 25 - A EXPOSIÇÃO

ARTEC

No ano em que o ARTEC comemora vinte e cinco de vida expõe no Caleidoscópio um quarto de século de personagens, textos, figurinos e cenários da nossa criatividade.
Esta exposição quer, mais do que comemorar um tempo passado, homenagear as centenas de Artequianos que viveram no grupo mais que uma vida.

PRÉ
MIOS

Graças ao patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa, o FATAL concede, uma vez mais, dois prémios.

Prémio Fatal

Distingue o melhor peça apresentada

Ao grupo vencedor é também atribuído um troféu, uma escultura criada por Ricardo Manso que se estrutura a partir das dualidades acor/personagem, palco/plateia, real/fictício, evocando a elevada rotatividade dos seus elementos e dos próprios membros dos grupos de teatro universitário, mas cujo trabalho está apoiado, contudo, no contexto sólido das instituições (cidade, universidade) – a cadeira na cidade e na universidade.

 

Prémio Fatal – Cidade de Lisboa

Consagra, anualmente, o espetáculo mais inovador

Ao grupo mais inovador e criativo, é ainda atribuída uma escultura criada por Catarina Alves que evoca a fragilidade, o risco e a instabilidade do teatro universitário e de toda a criação artística, as quais, pela sua própria natureza, proporcionam as condições ideias à inovação e à elevação da qualidade da obra – a cadeira fatal.

 

CONSULTAR REGULAMENTO

 

 

 

LOCAIS
FATAIS

1 - REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

Alameda da Universidade
1649-004 Lisboa
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2 - CANTINA VELHA

Alameda da Universidade
1649-004 Lisboa
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3 - MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA

R. da Escola Politécnica 56
1250-102 Lisboa
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4 - JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

R. da Escola Politécnica 56/58
1250-102 Lisboa
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5 - CISTERNA DA FACULDADE DE BELAS-ARTES

Largo da Academia Nacional de Belas Artes 4
1249-058 Lisboa
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6 - CALEIDOSCÓPIO

Campo Grande 18
1700-162 Lisboa
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Metro: Campo Grande (linha amarela/verde)
Carris: 207, 701, 717, 731, 736, 750, 755, 767, 798

 

7 - BIBLIOTECA DE MARVILA

Rua António Gedeão
1950-347 Lisboa
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8 - AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

Junta de Freguesia de Benfica
Avenida Gomes Pereira, 17
1549-019 Lisboa
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9 - AUDITÓRIO ORLANDO RIBEIRO

Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora
Estr. de Telheiras 146
1600-598 Lisboa
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